Relatório de tráfego pago: O que incluir e como apresentar ao cliente

Não adianta nada o investimento em campanhas se o cliente não consegue visualizar onde está vindo o retorno e entender como estão os resultados da sua empresa. 

Por mais que as campanhas estejam performando bem, se o relatório não traduz isso de forma clara, a percepção do cliente é de que nada está funcionando.

Por isso, saber fazer relatórios de tráfego pago é uma das habilidades mais importantes no marketing, e quando esse relatório é elaborado da forma correta, a confiança do cliente com o analista sobe de nível 

Neste guia, você vai aprender o que deve ser incluído no relatório e como apresentar ao cliente de uma forma que ele consiga enxergar os resultados obtidos.

Quais são as principais métricas em um relatório de tráfego pago?

Em primeiro lugar, antes de montar qualquer relatório, é importante definir quais métricas realmente fazem sentido para o objetivo daquela campanha. As métricas mais usadas são:

  • Taxa de conversão: Mostra a eficiência real da campanha a partir de resultados concretos e é o indicador mais direto entre investimento e resultado.
  • CPC (Custo por clique): Indica quanto está sendo gasto por cada clique, isso ajuda a entender se o investimento está sendo bem distribuído e se o criativo está atraindo o perfil certo de pessoa.
  • CTR (Taxa de clique): Complemento do CPC, ele mostra o percentual de pessoas que clicaram no anúncio em relação a todas que o viram. 
  • ROAS (Retorno sobre o investimento no anuncio): Mede o lucro gerado sobre o valor total investido em um determinado período, essa é a métrica que o cliente mais quer ver, e que você precisa saber explicar bem.
  • CPA (Custo por aquisição): Revela quanto custou para alcançar novos clientes com potencial de compra, é essencial para campanhas com foco em conversão.

Além disso, dependendo do tipo de campanha e do objetivo, também pode ser relevante incluir métricas como frequência, impressões e engajamento, especialmente em campanhas de reconhecimento de marca, onde o resultado não é medido diretamente em vendas.

Passo a passo de como montar um relatório de tráfego pago

Agora que você já sabe quais métricas são essenciais, veja como colocar tudo isso em prática:

1 – Defina qual o objetivo do seu relatório

Em primeiro lugar, entenda o que o cliente quer medir, os objetivos mais comuns são geração de leads, vendas diretas e reconhecimento de marca, e cada um deles vai pedir métricas e narrativas diferentes. 

Esse ponto é o que vai dar direção para tudo que vem depois.

2 – Escolha o período de análise

A comparação é o que dá contexto aos números, por isso, defina um período e sempre compare com um equivalente anterior, como semanas com semanas ou meses com meses. 

Isso permite identificar evolução real e separar resultados de sazonalidade.

3 – Organize as campanhas por plataforma 

Separe o desempenho por plataforma para facilitar a análise e deixar mais evidente onde está o melhor retorno para aquele objetivo.

4 – Inclua os insights gerados

Apresentar a métrica não é suficiente, você precisa explicar o porquê daquele número e o que pode ser feito a partir disso. Por exemplo, e o CPC aumentou, por quê? Se a taxa de conversão caiu, o que pode ter acontecido? 

Dessa forma, o cliente entende que você leu os dados e tem uma opinião sobre eles.

5 – Utilize dashboards automatizados

Fazer relatório manual é caro em tempo e ainda abre margem para erro. Por isso, existem algumas ferramentas que automatizam esse processo, elimina o retrabalho e deixam você livre para focar na análise. 

A Metrics Hub, por exemplo, conecta suas plataformas de anúncios e CRM ao Google Sheets em minutos, sem copiar e colar.

Principais erros ao montar relatórios de tráfego pago

Mesmo profissionais experientes cometem esses erros, vale revisitar eles:

  • Apresentar dados brutos soltos: Número sem contexto não gera aprendizado, por isso, traduza os dados e aponte o que eles significam para o negócio do cliente.
  • Colocar métricas irrelevantes para o objetivo: Mantenha o foco nas métricas que fazem sentido para aquele objetivo específico.
  • Criar relatórios longos e confusos: Clareza e objetividade não significa superficialidade, um relatório bem estruturado comunica mais do que dez páginas de tabelas sem hierarquia.

Prestar atenção em todos esses pontos fica muito mais difícil quando o processo de criação ainda é manual. Quanto mais tempo você gasta montando o relatório, menos sobra para analisar, e é a análise que gera valor real para o cliente.

A Metrics Hub transforma o processo de criar relatórios de tráfego pago em algo rápido, confiável e sem grandes margens de erro. 

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